Eu gosto mesmo de escrever e fico super contente quando mais uma pessoa lê um texto meu. E quando gosta então, mais contente fico. Sei que nem todos podem gostar de tudo. Mas se alguns gostarem de alguns do meus textos, já fico, lá está, contente. Ficava hiper contente, se te desse jeito passar por um dos meus blogs (emboram sejam inactivos porque já não publico lá) Ficava radiante (que eu sei sinónimos de contente) se gostasses de alguma coisa do que digo por lá. Se não gostares, também não terás perdido muito tempo. E para te vingares do tempo perdido, deixa um comentário a dizer que não gostas, que é uma lamechice, uma parvoíce, o que for...
"OBSTINAÇÃO" Despedaço assim a aridez dos olhos para que as impurezas se diluam. Assim… como ondas que desfalecem no berço de cada sílaba a aninhar rios de lucidez. Pela ultima vez… Reescrevo a minha teimosia Em delírios exangues
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Capa do meu livro Vivo numa ilha encantada
Uma ilha que nem nome têm
Essa ilha é só minha
Pois fui eu que a encontrei.
Ao longe os barcos navegam
E eu sinto-me a flutuar
Numa encosta deserta
Onde Te vejo a chegar .
Nesta ilha tropical
Onde te deixei entrar
Agora é minha e tua
Para te poder amar.
Nossos corpos se juntaram
E o teu corpo amei
Nesta tarde de Setembro
Onde não havia ninguém. Carla Granja
MEU VIDEO
Ana, ola! Aqui fica a capa do meu novo livro de poesia a ser apresentado no dia 6 de Junho, na Biblioteca de Leiria (terreiro) no próximo dia 6 de Junho. Aqui fica um abraço para si e os votos de que a vida lhe sorria sempre...!
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Capa do meu livro
Vagueei durante segundos
Horas e dias sem parar
Vagueei e corri mundo
E não consegui te encontrar.
Minha procura foi inútil
Corri mundo e não te vi
Parto nesta estrada sem rumo
E meu coração chora por ti.
Minha vida está vazia
Nem sei mais em que pensar
Grito e choro de amor
Com saudades do teu olhar.
Vagueei sem destino
Sempre ,sempre a caminhar
Minha alma está vazia
E com saudades de te amar.
Carla Granja
Ola Ana. Tomo a liberdade de o convidar para a edição do meu próximo livro de poesia e prosa. A autora Vóny Ferreira e a Editora Mosaico de Palavras, têm a honra de convidar V. Exas. a estar presente na sessão de lançamento do livro “CASCATA DE SÍLABAS, livro de poesia e prosa, que terá lugar no próximo dia 6 de Junho, pelas 15.30 horas, na Biblioteca de Leiria (Terreiro) que fica na parte velha da cidade de Leiria.
Prefaciado e apresentado pela Doutora Goreti Dias. Poemas declamados pelo Poeta Dinonísio Dinis
“…Nos seus textos, a linguagem poética e criadora pode veicular a ilusão de que escreve para si mesma como forma de amenizar alguma da sua dor, contar o que a sua alma vive, ou os seus anseios. A intensidade com que afirma: “Quero, quero colher glicínias nos muros altos, as rosas secas do Outono. Trazê-las num molho colorido, silvestre, que te mostrem os resíduos do vento” traça a morada da poetisa no seu poema. “ Sou um Poema/Não tenho rosto… Não tenho mãos/ Não tenho boca” ; “Ando à procura de mim em tudo o que escrevo”, “A gramática arde-me no peito como ferida aberta”. Sem querer atribuir-se à escritora uma intenção de criar em nós o mesmo desejo, ela acaba por o atingir. De alguma forma, quem lê procura sempre encontrar nas escritas dos outros a expressão para os seus sentimentos. A autora consegue fazer nascer nos seus leitores um tempo-espaço e um sentir-o-mesmo em sintonia com o seu sujeito poético. Se lhe lemos uma vontade forte e decidida “ de renascer… para te amar”, patenteia-se aos nossos olhos o inevitável nascer ou renascer do nosso anseio tornado igual. “No irrealismo dos sonhos” e na “ linha transversal a delinear os meus sonhos” a poetisa torna-se mensageira das dissonâncias da alma, da vontade de olhar para além das palavras e do limite do eu. A consciência do eu poético permite-lhe afirmar: “ Um dia hei-de ser capaz de me agarrar às asas de uma águia e voar com ela”... (Goreti Dias)
Beijinhos.